
Feriados Municipais
16 de Agosto (aniversário de Teresina) • 08 de Dezembro (N.S. da Conceição)
Clima
Tropical megatérmico com duas estações: no inverno é frio e úmido, de janeiro a maio, no verão é quente e abafado de setembro a dezembro e noites frias de junho a agosto com clima seco e aconchegante. A precipitação pluviométrica anual situa-se em torno de 1.500 mm
Temperatura
A temperatura média é de 28ºC, a mínima é de 22ºC e a máxima chega até 42ºC. Estas oscilações são amenizadas pela contribuição dos ventos, que tornam o clima mais agradável no périodo noturno. A qualidade do ar de Teresina é considerado muito bom.
Área
Segundo o IBGE - Teresina tem uma área de 1.679,8 Km2
População
A população da capital é de 715.360 habitantes, sendo 676.698 na área urbana e 37.885 na área rural conforme o Censo do IBGE de 2000. Se tomarmos um raio de 100 Km de circunferência, a “grande Teresina” atinge uma população de 1.364.598 habitantes.
Aspectos Econômico
Teresina cresceu verticalmente nos últimos 10 anos assim como a construção civil. Hoje é um dos maiores centros de referência na área de saúde atendendo a cidadãos oriun-dos de estados do Maranhão, Tocantins, Pará, Ceará, Goiás, Roraima e Rondônia dentre outros. O comércio, porém é o forte da economia, absorvendo mais de 60% da mão de obra tanto na indústria de transformação e beneficiamento de matéria-prima quanto na téxtil, produção de alimentos e serviços. O Produto Interno Bruto é superior a dois bilhões de reais. A arrecadação média mensal de ICMS é acima de 7,5 milhões de reais. Já o ISS arrecada mais de 1,8 milhão de reais.
Limites
Situada na região centro-norte do Piauí, Teresina limita- se ao norte com União e José de Freitas; ao sul, Monsenhor Gil e Palmeirais; ao leste, Altos e Demerval Lobão; e a oeste, estado do Maranhão.
Hidrografia
Teresina é banhada por dois rios perenes: Parnaíba e Poti. O primeiro que nasce na Chapada
das Mangabeiras, no extremo sul do estado e recebe o nome de Riacho Águas Quentes,
percorre 1.485 Km até o mar formando o único delta das américas e ainda serve de fronteira,
em toda sua extensão, entre os estados do Piauí e Maranhão. O rio Poti nasce no vizinho es-
tado do Ceará, percorre 450 Km atravessando o Piauí no sentido oeste/leste e deságua no
Parnaíba ao norte da capital formando o encontro dos rios, um dos mais belos cartões postais,
tornando um espetáculo natural de rara beleza de onde se pode assistir a um belo pôr-do-sol.
Formação Étnica, Cultural e Populacional
O Piauí e sobretudo a capital Teresina, tráz influências e manifestações culturais de três ele-
mentos: O índio com seus costumes, superstições, uso das plantas na medicina alternativa,
culinária diversificada e artes manuais; o negro que além das características étnicas, herda-
mos algumas práticas de cultivar a terra, habitações, seitas, religiões, dança e música; o
branco, colonizador português que nos deixou como herança traços linguísticos, a religião
católica, modos de produção industrial, arte, poesia e literatura.
Cidade Verde
O escritor Coelho Neto, em discurso durante um baile no Theatro 4 de Setembro, dia 28
de junho de 1899 denominou a capital do Piauí como sendo a “Cidade Verde” do Brasil.
Mas Teresina é conhecida atualmente como: ”capital extratégica de negócios do Meio
Norte” ”referência de saúde do Nordeste” e ”cidade festeira e acolhedora”.
Segurança e Fé
Teresina é hoje a terceira capital mais segura
do Brasil e a mais religiosa do Nordeste
Gentilico
Teresinense
Município de origem
Campo Maior e Valença do Piauí
Micro-região
Teresina
Altitude
70 metros acima do nível do mar.
Latitude Longitude
05´05´21” 42º48´07”
Origem Histórica
Vila do Poty - Ano de criação: 1832 - Instrumento Legal: Dec. da Reg. do Império, de 06.07.1832 (Chapada do Corisco)
Nova Vila do Poty - Ano de criação:1851 - Instrumento Legal: Instalada em 20.10.1851
Cidade de Teresina - Ano de criação: 1852 - Instrumento Legal: Resolução Provincial nº 315, de 21.07.1852
Instalada em 16 de agosto de 1852
BAIRROS DE TERESINA - RESUMO HISTORICO
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ORIGEM DOS BAIRROS DE TERESINA | |
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Bairro Pio XII
A população da área denominou-se de Pio XII em homenagem ao Papa da Igreja Católica Apostólica Romana. Italiano de nome Eugênio Pacelli, nascido em 1876, em Roma, o Papa Pio XII morreu em 1958, em Castelo Gandolfo, na Itália. Foi docente de Direito na Academia Pontifícia dos Nobre Eclesiásticos. Antes de assumir o papado em 1939, foi nomeado por Pio X secretário da Congregação de Negócios Extraordinário. Foi núncio em Munique, legado papal em Buenos Aires e secretário de Estado do Vaticano. Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial lutou por fazer de Roma uma “Cidade Aberta”. Em 1946 internacionalizou a Igreja nomeando 28 cardeais não italianos entre os 32 novos membros do Sacro Colégio. Excomungou os comunistas em 1949; com a Encíclica Fidei Domus tratou das questões africanas e com a Miranda Prorseus abordou o papel do rádio, televisão e cinema. Lutou, em 1955, pela interdição das armas nucleares.

Bairro São Cristóvão
ficou assim conhecido porque no dia 25 de julho, dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, essa categoria fazia peregrinação até o balão da Estrada União Fortaleza (balão do São Cristóvão), onde o presidente do Sindicato dos Taxistas, motorista Calado, construiu um monumento. Nesta área, foi construído o conjunto do IAPEP, no inicio de 1970, e o conjunto Maloca (1971), da construtora Lourival Parente.
Bairro São João
A área, onde havia muitas palmeiras, era chamada pejorativamente de Macacal. Os moradores, insatisfeitos com essa denominação, adotaram o nome São João que designava um sítio existente no local, de propriedade da família de Adolfo Alencar. Também se chama São João a igreja há muito construída no bairro, sob a responsabilidade das Irmãs dos Pobres de Catarina de Sena.
Bairro Zoobotânico
O nome do bairro está relacionado ao Parque Zoobotânico, ali localizado uma grande extensão de terra destinada à preservação da fauna e flora. No bairro situa-se, também, o Colégio Agrícola.O zoobotânico, Fundação estadual criada pela Lei N° 3/49, de 6 de julho de 1972 fica à margem direita do rio Poti, na rodovia Teresina- União. 
Bairro Planalto Ininga O bairro se localiza em uma parte da antiga Fazenda Ininga, que originou o seu nome.
Bairro Planalto está localizado na área alta da antiga fazenda Ininga e chamava-se Planalto Ininga. Em 1988, com o II Plano Estrutura de Teresina-PET, oficializou-se apenas o nome Planalto.
Bairro Satélite
Criado pelo então prefeito Joffre do Rego Castelo Branco, inicialmente o bairro se chamava, Cidade Satélite a exemplo das cidades satélites de Brasília. A área foi descaracterizada com a doação de muitos terrenos para construção de clubes. Em 1988, com o II Plano Estrutural de Teresina-PET, oficializou-se apenas o nome Satélite.
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Bairro Vermelha
O solo da área é formado por barro vermelho, por isso chamou-se Quinta Vermelha, a quinta de Laurindo Veloso, o mais antigo morador da região. Com o povoamento manteve-se o nome Vermelha. Neste bairro havia a Lucaia, uma fábrica de algodão, estabelecida nas proximidades da Secretaria Municipal de Transportes Público(entre as Ruas Riachuelo e Firmino Pires). Passou-se, então, a chamar de Lucaia o trecho entre a fábrica e o local onde hoje se localiza o Centro Administrativo. Mesmo nos nossos dias há quem se refira à Lucaia, na Vermelha.
Bairro Macaúba
Foi assim chamado porque lá havia grande concentração de macaúba, palmeira de fruto amarelo-pálido. Já foi conhecido também por Bairro dos Carvoeiros já que muitos de seus habitantes viviam dessa atividade, favorecida pelos grandes depósitos de carvão vegetal na área.
Bairro Vila Operária
A região era conhecida por Vila de Abreu. Mais tarde, os operários que trabalhavam na construção da Estrada de Ferro ali fixaram residência e a região passou a ser chamada de Vila Operária.
Bairro Mafuá
Na década de 20, quando dos trabalhos de nivelamento da Estrada do Cabo (Av. Circular e hoje Av. Miguel Rosa) para a colocação dos trilhos da Estrada de Ferro, o capitão engenheiro José Faustino Santos e Silva chamou a área de Mafuá, referindo-se às atividades de feira livre, venda de comida aos trabalhadores da construção, junto ao atual mercado do bairro, à saída do viaduto. O nome origina-se do francês ma foire, que quer dizer minha feira.
Bairro Campestre
O nome do bairro foi dado em função do loteamento Campestre, lá existente.
Bairro Pirajá
Desenvolveu-se em torno da Estação Experimental da Pirajá, pertencente ao Ministério da Agricultura. O nome Pirajá significa aguaceiro rápido e súbito comum nos trópicos.
Bairro Novo Uruguai Esta área de expansão da cidade, quase desabitada, localiza-se após o bairro Uruguai, por isso recebeu a denominação de Novo Uruguai, em 1988, com II Plano Estrutural de Teresina-PET.
Bairro Santa Isabel Originou-se de um dos maiores loteamentos da Capital, pertencente à família de Dona Isabel Tajra, de ilustre família do Piauí, que lhe deu o nome de Santa Isabel.
Bairro Vale Quem Tem Área da antiga Fazenda Vale Quem Tem, hoje parcialmente loteada (loteamento com o mesmo nome). Diz se que o proprietário da fazenda, Geovane Prado, nomeou a Fazenda Vale Quem Tem Vergonha, porém, não oficializou a denominação completa. Constitui área de expansão da cidade.
Bairro Pedra Mole Havia na região uma gleba de terra conhecida por Pedra Mole. Segundo os moradores antigos, quando procuravam pedras para construir suas casas, só encontravam pedras moles, inúteis para a construção. Daí, o nome. A área foi incluída na zona urbana, em 1988, com o Plano Estrutural de Teresina-PET. Em 1991, foi ali construído um conjunto habitacional também denominado Pedra Mole, da Caixa Econômica Federal.
Bairro Verde Lar O nome é originário do loteamento Verde Lar, existente na área
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Bairro Noivos Havia na região uma gleba de terra chamada Noivos porque, segundo alguns, no local reuniam-se noivos para a celebração do casamento, por ocasião da desobriga dos vigários de Teresina. Em outra versão, afirma-se que houve uma grande festa para comemorar o casamento da filha do proprietário do Bar Ulisses. No final, os noivos se dirigiram a uma árvore onde estava amarrado o cavalo que os conduziria à lua de mel. Quando chegaram lá, um raio caiu e matou os dois. O Pai da noiva era proprietário das terras do lado da atual Av. Frei Serafim (Centro), porém o nome Noivos denomina uma área do outro lado da ponte, já zona leste.
Bairro Samapi Esta área ficou conhecida por Samapi devido às terras que pertenciam à Sociedade de Amparo aos Menores abandonados do Piauí, Samapi, lá situadas. A maior parte desta propriedade já foi vendida, porem seu nome já havia se popularizado
Bairro Morros Esta área, com topografia irregular, ocupa uma antiga gleba de terra conhecida por Morro do Epen, de propriedade de Miguel Soares Barreto. Lá se localiza a Fazenda dos Morros, cujo proprietário, Cláudio Pacheco, que ficou mais conhecido por loteamento dos Morros, conforme passou a ser chamada a região.
Bairro Tabajaras A região constitui área de expansão da cidade e recebeu o mesmo nome do Clube Tabajaras (antigo Clube Socopo), lá existente. Fazia parte da zona rural e, em 1988, com o II Plano Estrutural de Teresina-PET, foi incluída na zona urbana.
Bairro Morada do Sol O bairro ficou conhecido pela denominação do primeiro conjunto habitacional construído na área, o conjunto Morada do Sol, da Caixa Forte. Em 1990, foram construídas outras unidades no conjunto, já pela Caixa Econômica Federal.
Bairro Socopo O nome está relacionado à Sociedade Construtora Poti, Ltda, Socopo, que lá construiu um balneário de fonte sulforosa e água mineral. Toda a região conhecida como Socopo fazia parte da zona rural. Em 1988, com o II Plano Estrutural de Teresina-PET, parte dela foi incluída na zona de expansão urbana. Lá também existiu uma propriedade conhecida como Porto do Centro, inicialmente da família Pedreira, depois de João de Deus Fonseca, onde ainda existe uma bela casa.
Bairro Jóquei Clube A denominação do bairro associa-se ao Jockey Club do Piauí, ali localizado, que concorreu com o Clube dos Diários e, mais liberal, conseguiu suplantá-lo. Com a construção da ponte sobre o Poti, em 1956, pelo DNOCS, intensificou se o povoamento do bairro.
Bairro Uruguai
O nome se deve à Fazenda Uruguai, parte mais alta de Teresina. Homenageia o país da América latina e constitui área de expansão da cidade
Bairro Dirceu Arcoverde O bairro ocupa uma área que pertencia à Fazenda Itararé, de Pedro de Almendra Freitas, daí seu nome (a sede desta fazenda localizava-se na área do atual bairro São João - Eldorado Country Clube). A palavra Itararé, de origem tupi, significa curso subterrâneo das águas dum rio através de rochas calcárias. O bairro abrange, ainda, terras pertencentes ao Sítio São Raimundo Nonato, de José Camilo da Silveira. Após a construção do conjunto Dirceu Arcoverde (I, em 1977, e II, em 1980), da cohab, tornou-se o bairro mais populoso de Teresina. Há 30 anos foi fundado um pequeno bairro, na zona sudeste de Teresina, chamado Conjunto Itararé. Após o falecimento do ex-governador do Piauí, Dirceu Arcoverde, os moradores daquele bairro, em homenagem ao político, solicitaram a mudança do nome da região para Conjunto Dirceu Arcoverde. Na década de 80 começaram a surgir de diversos bairros, conjuntos e vilas em torno dessa região. O bairro Dirceu cresceu em número de habitantes e se desenvolveu socioeconômica e culturalmente, passando a ser conhecido por Grande Dirceu.Hoje, com cerca de 200 mil habitantes e 60 mil eleitores, a região ocupa uma importante posição no cenário econômico e político da Capital e do Estado.
Bairro Cabral O bairro desenvolveu-se em torno do abatedouro de propriedade de Antônio Paz Cabral, alferes da Policia Militar, ficando conhecido pelo seu sobrenome. Também já foi chamado de Bairro dos Fateiros, devido à intensa venda de fato para lingüiça.
Bairro Mocambinho Chamava-se Mocambinho a fazenda onde foi construído o grande conjunto habitacional José Francisco de Almeida Neto, da Cohab. O bairro, no entanto, recebeu o nome de Mocambinho, que significa Cabaninha. É um dos mais populosos de Teresina.
Os moradores mais velhos da região contam que até 1975 o Itararé era um grande latifúndio improdutivo, usado apenas para fazer roças de subsistência e como um grande cemitério clandestino. Também existia uma fazenda muito antiga de nome Itararé (talvez a origem do nome) e varias outras, como a fazenda Redonda eu deu nome a um outro bairro da região Sudeste.
Quando foram construídas as casas do Itararé eram simples e todas iguais. Era uma sala, uma cozinha e um banheiro, todos os cômodos com tamanho bem modesto. No lugar não havia energia elétrica, nem água encanada, ou ao menos calçamento. Para se ter uma idéia ainda mais exata do desafio, os moradores mais antigos contam que nem mesmo existia linha de ônibus que ligasse o bairro ao centro da cidade.
Esse era um dos maiores problemas, uma vez que a localidade era predominante residencial, sem nenhum tipo de serviço comercial. Tanto para ir ao trabalho como para fazer compras ou utilizar serviços municipais era preciso se deslocar pelo menos 15 quilômetros a pé. Se a ida era difícil, ainda mais complicada ficava a volta, ao entardecer e à noite, nessas condições.
Os moradores do bairro eram, dentre outras coisas, motivo de preconceito, pois eram identificados até mesmo pela sujeira em seus sapatos, proveniente de longas caminhadas em meio ao barro. Os primeiros moradores lembram que meses depois de sua inauguração uma linha de ônibus foi disponibilizada para atender o recém inaugurado bairro, mas era apenas um ônibus que fazia três viagens por dia. Era um verdadeiro sufoco, pois o mesmo fazia a última viagem às 19h00, quem o perdia como os que estudavam à noite tinha que caminhar a pé do balão do São Cristóvão até o bairro.
Após 30 anos, as mudanças são visíveis, no Grande Dirceu como agora é chamado, é atendido por quase vinte linhas de ônibus coletivos, alem de contar com o serviço de transporte alternativo. No bairro também existe duas empresas de radio táxi e várias locadoras de moto-táxi, além de ser atendido ainda pelo pré-metrô de Teresina.
"Sou do Dirceu sim, com orgulho!" se algum dia essa frase foi pronunciada com algum receio ou timidez, a realidade atual é completamente diferente. Além de tudo, as pessoas que moram no bairro são conscientes da consistência, importância e grandeza da comunidade. Morar no Dirceu não é mais a "única saída", é uma escolha que se faz com alegria. O Grande Dirceu é uma das comunidades mais bem-estruturadas do Piauí.
A partir das pessoas que primeiramente chegaram ao local, formou-se uma sociedade de pessoas que compartilham propósitos, preocupações e costumes e que interagem entre si. Facialmente poderia ser considerada uma cidade. Com uma economia e um mercado consumidor maior que de muitos municípios do Piauí, não deixa a desejar em saúde, lazer, educação e segurança.
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